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Pimenta no cupim dos outros é refresco

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Ok, esse post não trata sobre pimenta, mas o título ficou bacana e é assim que vai ficar. Afinal, isso não é uma democracia. Na verdade, nunca passei tanto tempo pensando no título de um post. O meu senso de putaria me gritava que eu deveria fazer algum trocadilho com a palavra CUpim (sacou, hã?). Mas meu bom senso me lembrava que o CUpim, no caso, era o meu, e qualquer trocadilho poderia soar como viadagem. Acabou ficando assim mesmo, tem a coisa dos OUTROS, fica meio Lost, legal. gostei.

Findas as questões filosóficas envolvendo partes obscuras de outrém, vamos ao assunto que nos trouxe aqui: é com muito pesar que o autor deste blog vem lhes comunicar que falhou. Sim, caros amigos. O cupim deste final de semana ficou um lixo, que eu não serviria nem pro carinha das batidas. Tá, pra ele eu servia, mas pra mais ninguém.

Eu já queria escrever aqui sobre o cupim, que é uma delícia de carne, requer uma churraca responsa e um tanto de capricho e paciência. E eu SEI fazer a porra do cupim, eu JÁ acertei váááárias vezes, e eu JÁ ganhei vários elogios por isso. Mas dessa vez tomei a vaia. Mas então, porque eu vou escrever logo sobre o cupim que eu errei?

O que acontece é que eu gosto de fotografar os processos de preparação das carnes, e nos churrascos anteriores eu acabei deixando isso pra lá. Então, nesta sexta feira, comprei um cupim especialmente pensando em vocês, preparei a máquina fotográfica e registrei todos os passos.

O bom dessa história é que eu sei exatamente onde eu errei, e posso colocar a receita aqui, que vocês vão acertar. Além disso, este blog está comprometido com a verdade, e se a gente erra, a gente dá a cara pra bater. E aí, vai encarar? Então vamos lá.

Falando em cupim e todos os trocadilhos que esse nome sugere, eu queria muito bater um papo com o primeiro carinha que dechavou o primeiro boi. Ele mesmo, o cara que inventou de cortar o boi todo recortadinho como conhecemos. Sim, o camarada que inventou de ficar dando nomes de bichinhos e coisas engraçadinhas no diminutivo pras carnes. Patinho, lagarto, fraldinha, maminha, um monte de nomes bizarros que não dizem nada e faz com que nós, machos pra cacete, passemos vergonha no supermercado. 

Mas no cupim ele acertou. Vamos dar um pulinho no Google pra iluminar o vácuo de vossas mentes:
O 'Cupim' é um tipo de corte da carne bovina, mais especificamente o gado Nelore. Está localizado na parte dianteira do animal, precisamente atrás do pescoço , e de igual maneira representa 3,29% do dianteiro. É uma carne macia entremeadas de gordura.

tá vendo ali, em cima das costas? é o cupim!
Belos chifres, parceiro!
Tá, mas o que isso tem a ver com o cupim, bicho que come madeira? Aparentemente nada! Mas veja só isso aqui: 

Taí. Esse treco de barro aí é a casa do cupim. E tem um desse nas costas do boi, só que é de carne.

Pronto. Esse trecão aí chama Cupim, e é a casa do.. Cupim! Show! Pelo menos se parece com o lance das costas do Nelore. 

Mas... e como prepara o tal cupim? Bom, vou separar isso em dois posts, porque aqui eu já falei demais. E tem a coisa do google, a gente precisa separar todos os assuntos direitinho. Ah, um dia eu explico isso. Vamos à receita no próximo post.


2 comentários:

Anônimo disse...

Cupinzeiro

Daniel Rodrigues disse...

Eh nóis

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Torrou a picanha? Fez a receita e não deu certo? Dúvidas, sugestões, vai encarar? Escreve aí o que quer, mas não coloca propaganda que isso aqui não é a casa da sogra.

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